Alguém disse que “uma banda é como um casamento”. Seja lá quem foi, essa pessoa tem certa razão. Estar em um grupo é entrar em uma sociedade e isso implica em saber conviver com pessoas diferentes, mas, que possuem o mesmo foco, o mesmo objetivo e farão de tudo pra esse empreendimento dar certo. Quando isso não acontece, parece que entramos em um barco prestes a naufragar se não agirmos rápido para reparar esse “furo”.
É comum bandas terem sérios problemas com músicos que simplesmente pensam e agem radicalmente contra o trabalho e não parecem querer mudar. Nessa ocasião, é preciso ser rápido para identificá-los e buscar resolver esta situação (da maneira mais eficaz possível). Se isso está acontecendo com você, provavelmente alguém na sua banda se encaixa em um desses perfis:
1 – O medroso
Vocês recebem convites para tocar fora de sua cidade em dias úteis. Todos possuem um trabalho convencional, mas, de alguma forma, conseguem driblar essa dificuldade. Todos menos um que fica impedido pelo medo de perder o emprego. Já aconteceu com você? Ou naquela reunião em que a banda está discutindo os investimentos para o próximo ano, um sempre é contra “gastar tanto no trabalho”, afinal esse dinheiro poderia ser dividido entre vocês… Esse é o medroso, uma pessoa boa, colega, ótimo instrumentista, mas, um perfeito amador e pro resto da vida. No campo de batalhas que é o mercado da música, ter uma pessoa com medo é sair para o confronto totalmente vulnerável e pronto pra perder, mesmo tendo tudo pra ganhar.
2 – O extremamente perfeccionista
Nada está bom para essa pessoa, nada mesmo. O perfeccionista é compromissado com resultados, com o melhor rendimento e busca incansavelmente isso sem deixar de reconhecer o progresso. Ele sabe que a banda precisa melhorar, mas, não nega o quanto já melhorou, nem que seja 1%. O extremamente perfeccionista enxerga apenas o lado negativo, destroi expectativas normalmente se referindo a todos na banda, menos ele. Tudo precisa melhorar, ele porém, já está na Estratosfera. Por melhor compositor ou instrumentista que seja, não vale a pena ter alguém assim por perto.
3 – O atrasado
Bom, esse perfil é talvez o mais comum. Marca-se o ensaio, todos chegam e ele aparece 1 hora depois com uma desculpa esfarrapada, toda semana. Na sua GIG, não é raro você se aborrecer com o dono do estabelecimento por começar depois do horário marcado justamente porque precisa aguardar a chegada desse que ainda não chegou. O atrasado é uma pedra nos sapatos de todos os membros de uma banda e pode acabar fechando muitas portas profissionais. Se isso acontece agora, imagine quando o seu trabalho ganhar mais alcance e notoriedade?
4 – O obsessivo
Se por um lado existe o “medroso”, por outro, existe o “obsessivo”. Essa pessoa não tem uma noção muito clara da realidade e pensa que qualquer risco vale a pena. A banda nem possui uma base de fãs e ele já está pensando em largar o emprego convencional pra viver de música e o pior, cria o pior clima possível tentando forçar a adesão dos demais. Alguns pecam por omissão, outros, por excesso.
5 – O instrumentista ruim
Não há nada em oculto que não apareça claramente em uma banda. O grupo pode ter ótimas canções, grandes músicos, mas, se um dos membros não “conversa” com os demais musicalmente, vão existir problemas e grandes. É comum um projeto nascer com amigos, sem pretensões profissionais, mas, com o tempo, as oportunidades aparecem e exigem um grau de competência dos que estão ali envolvidos. Se um dos músicos não corresponde, tenha a certeza de que ele será o freio puxado que não deixará seu trabalho andar. Nessa hora não há conversa que resolva. O melhor a fazer é deixar a amizade de lado e agir profissionalmente, por mais duro que isso possa ser.
E vai ser duro, com certeza.
6 – (BÔNUS) O músico de hobby
Há ainda uma “espécie” de músico comum. Ele não acredita que sua música pode gerar dinheiro e lhe dar uma vida digna. Ele está em uma banda que aspira viver profissionalmente, mas, encara o trabalho apenas como mera diversão. Ele pensa: “se isso aqui der certo, ótimo, se não der, não faz diferença”.
Ele não acredita que o trabalho musical possa ser sua principal profissão, por isso, rebate todo e qualquer diálogo que incentive o empreendedorismo na vida artística.
É um verdadeiro freio puxado.
Aliás, se você deseja se capacitar para o mercado da música, gostaria de te indicar o Palco Digital 4.0. Músicos independentes estão lançando suas músicas e principalmente, ganhando dinheiro com suas carreiras.
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Apenas para reforçar que o “Estrela” (ou estrela apagada, como alguém disse acima) deveria fazer parte da lista.
É um cara que não aceita críticas, tão sensível que pode abandonar o projeto por qualquer comentário que ele ache desabonador… qualquer mesmo.
Um câncer na banda…
TODOS OS ÍTENS ABORDADOS SÃO VERDADEIROS; FALTOU, EU PENSO, O PRINCIPAL: O DO MÚSICO QUE QUER OUVIR O SEU INSTRUMENTO. AÍ, O DA GUITARRA AUMENTA O VOLUME; O DO BAIXO SE INCOMODA E AUMENTA O SEU; ÍDEM COM O TECLADISTA; O BATERISTA BATE MAIS FORTE. E O CANTOR? SE AUMENTAR O VOLUME DO RETORNO, DÁ MICROFONIA; SENÃO AUMENTAR, ELE NÃO SE OUVIR BEM, NÃO SENTE A MÚSICA, SE ESGOELA E FICA ROUCO. SOLUÇÃO?
Esse é um problema crônico nas bandas, tem banda que até separa porealmente causa desses detalhes….Eu vejo uma banda como uma família .sempre vai ter divergências, mas no final tudo da certo……
Vinicius sua matéria foi bastante interessante. Há outras profissões que têm profissionais com este tipo de comportamento, como no jornalismo online. Imagino que todo empreendimento é como se fosse uma banda, se por acaso no grupo tiver um ou mais que puxe o trabalho para baixo o empreendedorismo do grupo fica tão comprometido ao ponto de a marca nunca ser um sucesso. Penso que a sabedoria estar em saber viver com os nossos conflitos pessoais e das demais pessoas, porém, sabendo extirpar esse tipo de comportamento em qualquer grupo. Um abraço e um bom espetáculo!!!!
Também quero deixar um pitaco. Aquele músico exagerado que toca em uma música lenta e o cara pedal duplo, fritando, indo além da harmonia necessária para a música.
Eu me vi incluso em três categorias de uma sentada só. Acho que faltou a do músico que de tão elogiado pela queda para o instrumento relaxa e para de estudar, achando que vai ganhar técnica por osmose e ouvindo disco.
Perfeccionismo me atrapalha mais do que ajuda. Tento exerce_l0 com uma boa dose de auto-crítica, tendo em vista que nao contrato músicos abaixo do meu nível musical. entao, nao há como colocar culpa em ninguém mesmo. Atrasos são imperdoáveis e inadmissíveis.
Vinicius, excelente seu texto, a despeito de todos nós termos defeitos, você traçou com exatidão os perfis mais daninhos para quem trabalha com música envolvendo mais de uma pessoa. O perfeccionista sempre me impressiona e incomoda porque ele opera no nível da idealização, ele fantasia na hora em que determina um padrão de qualidade. Tenho a impressão de que se o Yamandu Costa tocar o violão de 7 na banda dele, sem ele saber quem é exatamente o Yamandu, ainda assim ele vai dizer que o cara tem ainda muito que entregar, muito que melhorar. Sobretudo porque a música é uma área onde reina a fogueira das vaidades, como de resto nas demais atividades artísticas. Mas nas artes plásticas, por exemplo, é o pintor, pincel e quadro, mais nada. O problema é quando a coisa depende de um entendimento entre mais pessoas, aí o bicho pega. Basta cada um de nós olharmos à nossa volta, nas relações humanas do dia a dia, na empresa, família, amigos e ver que se precisa de muito tato para uma convivência salutar e preservar os grupos
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Infelizmente já tive em bandas que fiz, alguns desses tipos. O que muito aparece no meu caso, são pessoas que não sabem o que querem. A pessoa não tem tempo pra nada, tem um trabalho que leva quase o tempo todo dela, tem família, filhos e ela ainda insiste em entrar em uma banda com objetivos profissionais e obviamente não dá conta. São bons músicos, mas desperdiçaram muito o nosso tempo, por não saberem como dosar o tempo deles. Chega no ensaio, o cara não tira a música direito, isso acontecendo por várias semanas e dá desculpa que não tem tempo. É frustrante ficar sempre pegando pessoas assim e ter que ficar trocando de integrantes toda hora. Por isso fica a minha dica pra quem quiser entrar em alguma banda com objetivos profissionais: Tenha certeza se é isso que vc quer e não seja um desses da postagem, pois você só vai atrasar as outras pessoas que querem viver disso.
Vinicius, faltou o Músico Estrela apagada.
Aquele que toca pra 5 pessoa e fica cheio de marra.
Abraço
Acho que de certa forma o item 1 não é algo para ser levado a sério nem ignorado. Depende muito do caso. Se minha carreira de músico dentro da banda realmente mostrar sinais que vai ao menos seguir um bom rumo, vale a pena correr riscos no trabalho do dia a dia. Porém é complicado quando você tem um trabalho onde se ganha muito bem, tem família para sustentar e aquele emprego é importante, vale ter cuidado sim. O negócio é começar um projeto de banda com pessoas que sejam indiferentes a qualquer desses itens (família, emprego bom e salário bom).. Não que não de pra conciliar. Com certeza da pra levar as duas coisas juntas porém querendo ou não esse fator muitas vezes vai pesar para muitas pessoas. (Principalmente se o cara tem uma família que precisa de da estabilidade que i emprego dele provê.) Eu não teria esse problema ja que minha família me apoia, tamos juntos em tudo. Mas alguns não tem essa sorte.
Cara, já que tá todo mundo contribuindo de forma hilária, deixo meu adendo. O “competidor”, pois pra ele, em uma roda de amigos, sua banda é a maioral, que leva a cena da cidade, acabou de lançar um single, toca nos barzinhos ( com aquele repertório bem duvidoso), tem os melhores equipamentso, sempre dá um jeito de crescer em cima de vc. E o “Clichezeiro”, puutz, convivi com vários, que apesar de todas as boas ideias do grupo, só quer tocar “que País é este”, ”Smoke On the Water” e “SWeet Child o’ mine” porque a galera “agita” nos shows, e democraticamente, muitas vezes a banda que poderia ser visionária é obrigada a concordar. bem, desses que eu lembrei.
Tb tem o lado da desmotivação para com seu profissional aonde muitos deixam -se abater pelo desânimo…
Isso causa até regressão musical….
Oi Vinícius. Eu vou salientar um ponto importantíssimo que é o respeito em ouvir expor uma ideia autoral e deixar um integrante poder mostrá-la. Esse tipo de músico intransigente eu chamo de NEGLIGENTE. Age assim porque acha que só suas ideias são boas e ridiculariza a dos demais. Um câncer para uma banda.
Gostei de todos os comentários que li, fazem-me recordar os meus tempos de jovem… há 40 anos atrás… então, como agora, conheci e passei por toda essa gente. Não vivo, agora, da música, mas sim com a musica… e, há 4 anos atrás voltei ao meu amor da juventude, o baixo…
Amigos, o que vos digo, depois de todos estes anos, é que, para quem perseverar e mantiver o olho sempre na qualidade do que tem que ser feito, virá a colher os frutos do seu trabalho… mas sem dúvida que a vida, no seu permanente turbilhão, dará muitas voltas, levando, por vezes, o que é bom e trazendo os infortúnios… há-de haver, sempre, O DIA, que chegará para os ousados, os perseverantes, tb os sortudos, mas, sobretudo, para quem não deixar de acreditar em si…
Fortalecer com a vida é a palavra-chave
Trabalhar duro, a fechadura
Carlos… Tenho 23 anos r muito sonho no coração. Você me deixou emocionado com a força que seu comentário me deixou.
Kkk falo muita coisa , ainda tem o musico apressado que fica olhando no relogio contando os segundos para acaba o show , e quando tem a oportunidade de esticar ganhar a mais em mais 1 hora o cara diz nao posso ficar.
Infelizmente, penso que existe também preguiça no meio musical, embora não vi o caso acima comentado em nenhuma hipótese.
UM CARA DESSE NAIPE NEM PODE SER CHAMADO DE MÚSICO!
Entendo toda a boa vontade do artigo, e tenho certeza de que estas dicas ajudam muitos músicos, no entanto não podemos ignorar de que o que mais importa à música é a música. Escrevi uma resposta provocativa ao teu artigo, espero que não te importes. http://estrelapedra.blogspot.com/2017/08/ladainhas-e-cliches-que-se-escuta-falar.html
Obrigado pela opinião Lui!
Realmente estes perfis são de pessoas complicadas que estão aos montes em qualquer área profissional.
Gostei do que li e pretendo ler mais do autor. Certamente o site estará em meus favoritos. Sou músico de barzinho, faço voz e violão com minha esposa e estamos montando gig pra entrar num mercado.
Gratidão pelas dicas.
Obrigado Cleiton, bom tê-lo aqui. Abraço!
Faltou o músico estrela, o pessimista e o que sempre diz “não” aos projetos da banda
Verdade, daria um livro se fôssemos inserir todos não é? 🙂
Oi Vinícius,eu toco em uma comunidade evangélica e me considero muito ruim perto do nível musical dos meus companheiros,vejo a necessidade de estudar com urgência e penso na possibilidade de sair do grupo porquê me sinto mal em saber que estou sendo carregado nas costas,e este POST que vc mandou retratou bem a minha realidade.obrigado.
KKKKKKKKKKKKKKKKK,,,,,,, TEMOS QUE TER CUIDADO,,,,AS VEZES JULGAMOS ERRADO A POSTURA DAS PESSOAS,,,,,,,,,,,,,,,,,,, AS VEZES A MÚSICA FAZ Q VC APARENTE ALGO Q N É….. TIPO CARAS E BOCAS AS VEZES NÃO É PROPOSITAL, PODE SER COSTUME DO MÚSICO, TIPO FAZ SEM SENTIR,,,,, EU MSM QUANDO TOCO, FICO ABRINDO E FECHANDO A BOCA E S EU FOR ME CONCENTRAR EM N FAZER ISSO ACABO ERRANDO, GOSTO DE SOLAR IR PARA FRENTE DO VOCALISTA QNDO CHEGA MINHA HR, N TODAS AS VZS ,, MAS GOSTO DISSO É UMA COISA AUTOMÁTICA A MÚSICA ME LEVA E NO ENTANTO NÃO ME SINTO ESTRELA APESAR D INÚMEROS ELOGIOS D BONS MÚSICOS,E SE CASO ALGUÉM ACHAR Q POR CONTA DISSO EU SOU TIRADO A FODÃO N TÔ NEM AÍ,VOU CONTINUAR SENTINDO A EMOÇÃO Q A MÚSICA TEM A OFERECER ,,, SEMPRE QUERO APRENDER E MOSTRAR O Q APRENDI D UMA FORMA NÃO REPRIMIDA. ABRAÇOS…..
Legal Silvio, obrigado pelo comentário. Nunca devemos generalizar, mas, esses perfis são bem “identificáveis” com a convivência. Abraços!
Kara, pra mim Ainda faltou o Estrela! Ele se encaixa em partes na descurioso de “não está conectado com a banda” ” eu sou foda, já sei tudo”! Esse acha q a banda é uma mera formação de músicos de apoio, no qual a única função é a compara o ” Estrela”!
Muitas vezes o Estrela, sequer olha para os integrantes da banda! Seu instrumento está sempre mais alto, se for guitarrista, na hora do solo ele pula pra frente do vocalista, faz caras e bocas e não olha pra Traz! Seu ego chegar ser maior q o sistema solar! E está sempre em espançao, assim como o universo!
Alguns destes Ainda são Papagaios! Só repetem notas que foram tiradas das musicas… sequer entendo o que fazem ou conseguem executar um simples improviso! E por fim, se acham o dono da banda!
Lamentável!
Verdade, valeu Leonardo!
O mais chato disso tudo, é saber que hoje em dia, é quase impossível encontrar um músico que não se encaixe em pelo menos dois desses perfis.
Valeu pelo comentário Jonathan! É difícil mas existem sim, não podemos generalizar, mas que na maioria das vezes encontramos quem não tem o perfil, essa é a verdade!
Vinícius, muito bom o seu post. Acredito que já vi todos os tipos, em algum momento da minha vida. Serve para ver se alguém se “encaixa” em um desses perfis, e tenta mudar o seu jeito de ser.
Obrigado Leandro!
Me identifiquei com dois itens da lista!!!!!!!!!!!!!!!!
Haha, valeu Moises!
e Como Classificar aqueles que entram na banda pra Roubar seu Vocalista Com Ilusões de Apresentações mil , e Do cara que desmancha a banda para montar outra com o ladrão anterior . acho que esta mais nas classificações de caráter !
já vi acontecer algumas vezes com outras bandas .
Pesado Edson!
Faltaram dois tipos também importantes e bem corriqueiros. O “preguiçoso” e o “zé droguinha”. O preguiçoso é aquele que possui recursos, domina-os muito bem mas – por um capricho qualquer da natureza – insiste em não utilizar e dizer que é desnecessário. O tal capricho é a pura preguiça. De tudo. De carregar as coisas, de monta-las, de timbrar… e assim por diante. O tal do “zé droguinha”, acho que não precisamos entrar em detalhes. É o sujeito que não segura a onda e ao invés de apenas se prejudicar, prejudica a todos os outros que estão ao redor e que desejam fazer um trabalho bem feito. São tipos corriqueiros. E altamente lamentáveis….
Triste, parceiro. Obrigado pelo comentário!
Pura verdade Vinicius Soares Abraço !
Valeu William!
Uma duvida sobre o mal instrumentista … , ok , o sujeito é fora do ritmo do resto da banda , mas não é possivel ocorrer uma adaptação , uma melhora por parte dele ?
Tenho muitas duvidas sobre como seguir uma carreira com banda , musicas autorais e etc ,
Vini, com certeza! O problema é isso acontecer realmente, muitas vezes é tempo perdido. Mas, claro, podem existir excessões. Abraços e obrigado!
Kkkk o pior é quando em um mesmo individuo vc encontra varias dessas… e hj em dia musicos empenhados em tocar é rarissimo, a maioria leva como hobbie e se contenta em tocar uma vez a cada 2 meses… 6 meses… apenas pros amigos…
Excelente! O atrasado realmente tira qualquer um do sério!
E como!
Existe ainda o pior de todos que você não citou, o cachaceiro. Não há coisa mais desagradável que um colega chegar atrasado pra ensaiar ou mesmo pra tocar bêbado, chato, disposto a arranjar encrenca e comprometer o show, gerando um clima horrível e ocasionando um péssimo e deprimente espetáculo. O triste de viver uma experiência assim é ver o pânico nos colegas e o medo do cachaceiro abandonar a banda faltando poucos minutos pra começar a GIG. Ainda pior é ver o dono insistir em mantê-lo no grupo. Não trabalho mais com pessoas assim.
Triste Pierre, mas, faz parte. Abs!
CONCORDO , LIDAR COM BEBADO E DROGADO É OSSO, E AINDA TEM AQUELES DOMINADOS PELAS ESPOSAS E NAMORADAS, NAO CONSEGUEM TOCAR SEM A AUTORIZAÇAO DELAS
Mais uma vez, de grande ajuda. Valeu!
Obrigado Ed!