A música gospel movimenta hoje mais de 2 bilhões de reais por ano no Brasil. Um mercado que cresce 38% ao ano.
Que o estilo marcou suas pegadas na indústria da música, isso é um fato. Com isso, cresce anualmente o número de cantores, cantoras e bandas na batalha pelo seu lugar ao sol.
Se você faz parte desse grupo de pessoas, esse post vai te dar algumas informações importantes.
1) Sua concorrência vai aumentar
A associação de Empresas e Profissionais Evangélicos estima que o gospel conta hoje com aproximadamente 5.000 cantores e bandas. Esse número aumenta em paralelo ao crescimento de evangélicos no Brasil, que segundo o IBGE, foi ampliado em 61% nos últimos 10 anos.
Saber se posicionar frente a tantas opções vai fazer a diferença na sua carreira.
2) Sobram vendedores de shows, faltam empresários
Diferentemente do que acontece no mercado secular, a figura do empresário ainda é pequena na música gospel. Empresário é um investidor, alguém que aposta seu tempo e/ou dinheiro na gestão de uma carreira artística. Enquanto esse perfil está em falta, cresce o número de vendedores de datas, que claro, são importantíssimos pra esse ecossistema.
O problema é que esse é um dado que reflete a total falta de organização e gestão de muitos músicos. É bastante comum vermos artistas desconhecidos de um grande público com uma agenda lotada. Apesar disso, se perdem sem um trabalho capaz de sustentá-los no longo prazo.
Entender esse problema é o primeiro passo. O músico precisa conhecer os processos de gestão de uma carreira e ser o seu próprio administrador, pelo menos no início, para depois com maior estrutura, delegar tarefas a outros profissionais.
O curso Palco Digital pode te ajudar bastante nisso, clique aqui e conheça.
3) O You Tube é o “horário nobre” do Gospel
De acordo com a pesquisa do You Tube Insights de 2017, o gospel é o sexto gênero musical mais visto entre os que consomem música na plataforma, atingindo 26% dos usuários do Brasil.
Isso significa que você precisa investir em audiovisual com qualidade. Definitivamente não se lança absolutamente nada sem um vídeo, agora, nem no Gospel.
4) Igrejas giram a roda do mercado de shows
É fácil constatar isso. Visite o site dos maiores cantores do segmento e comprove com seus olhos. Igrejas tem um papel fundamental nas oportunidades de shows desse mercado, seja realizando eventos internos ou estando à frente de realizações externas.
O interessante é que o posicionamento digital tem sido importante nesse ponto. Hoje, artistas que conseguem exposição na internet, agregam público e consequentemente atraem a figura do vendedor de shows (que mencionei no início).
Com um trânsito grande entre as lideranças evangélicas, o vendedor acaba intermediando muitas oportunidades. Nomes como Isadora Pompeo e Gabriel Guedes (que despontaram ainda como independentes) mostram bem isso.
5) Streaming de áudio vai catapultar o consumo
Segundo a Sony Music, apenas 5% da população evangélica consome música através do streaming de áudio. Mesmo assim, essa pequena fatia foi responsável por 18% do lucro líquido da Sony no Brasil!
Imagine quando o público cristão abraçar o novo comportamento de consumo (o que não deve demorar)?
As playlists são uma porta para isso acontecer. Mais e mais vemos músicos independentes despontarem do anonimato e conseguirem ampliar sua popularidade.
O Rodrigo do grupo de Rap In Church, meu aluno, conseguiu isso no Spotify.
Ter noção do que acontece no seu mercado certamente te coloca em vantagem nessa busca por espaço. Espero que esse conteúdo tenha te ajudado.
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Dicas muito valiosas sobre as musicas gospel me ajuram muito obrigada pela ajuda!